Se, na verdade, não estou no mundo para simplesmente a ele me adaptar, mas para transformá-lo, se não é possível mudá-lo sem um certo sonho ou projeto de mundo, devo usar toda possibilidade que tenha para não apenas falar de minha utopia, mas participar de práticas com ela coerentes.[Paulo Freire]

A RESPEITO DAS IMAGENS E OLHARES QUE PARTILHAMOS...“Nós vivemos dentro de um grande conto de fadas, do qual ninguém faz realmente ideia”.(A garota das laranjas, p. 110).Jostein Gaarder

(Nossa missão é ajudar no trabalho de pais e do professor) (◡‿◡✿)AS POSTAGENS SÃO APONTAMENTOS EM CADERNOS ACADÊMICOS E PESQUISAS PELA NET - SÃO OLHARES QUE CONSIDERAMOS CRIATIVOS E PARTILHAS DIVERSAS DE CUNHO PEDAGÓGICO ...SE ALGUM TRABALHO SEU OU IMAGEM NÃO DEVERIA ESTAR AQUI, OU SE POR ALGUM MOTIVO VOCÊ SE SENTIR OFENDIDO, MANDE UMA MENSAGEM QUE EXCLUÍMOS IMEDIATAMENTE OU CREDITAMOS OS DEVIDOS CRÉDITOS. OBRIGADA PELA VISITA.

segunda-feira, 31 de março de 2014

Como trabalhar o fazer musical com maternal de berçário?

Trabalhar com música com a turminha pequena além de desenvolver o gosto pela música, estimula a percepção dos sons e ajuda também a desenvolver as habilidades musicais.

Aí vão algumas dicas e práticas que podem ser aplicadas em sala de aula e que com certeza vão te auxiliar nesta tarefa. As dicas podem ser aplicadas tanto para turmas de maternal quanto para outras turmas, como creche e berçário. Tome nota!

• Propicie a escuta de diferentes sons produzidos por brinquedos sonoros;
• Leve a criança a ouvir e aprender canções, brincar de roda, realizar brinquedos rítmicos, jogos de mãos etc.;
• Estimule a produção de sons diversos (vozes de animais, ruídos, palmas, batidas de pés);
• Favoreça a exploração de materiais sonoros de corda, percussão e sopro;
• Promova o contato com obras musicais diversas;
• Grave as produções e interpretações das crianças;
• Realize, durante o banho, brincadeiras com água e brinquedos sonoros alternando som e silêncio;
. Promova passeios pelo ambiente escolar para explorar os sons de cada espaço;
• Ofereça oportunidades de ouvir e observar os sons da natureza, em atividades externas;
• Confeccione materiais sonoros, observando o nível de habilidade das crianças da turma;
• Conte histórias enfatizando os sons existentes;
• Proporcione a participação em jogos e brincadeiras cantadas;
• Promova a exploração livre dos sons graves e agudos (altura), forte ou fraco (intensidade), curtos ou longos (duração).
• As melodias, as canções e acalantos têm um espaço cativo neste período. Não se deve esquecer das parlendas como brincadeiras para desenvolvimento oral.
• Os acalantos e brincos são formas de brincar musical característico da primeira fase da vida da criança.
Retirado da Net

Projeto: A alegria da música
Professora Deisi V. Fernandes

Justificativa

Durante o trabalho realizado na turma do Berçário 1 e estudos sobre esta faixa etária, percebi o grande interesse que os bebês têm por músicas, barulhos e sons, pois eles procuram em sala de aula objetos que produzem sons para brincar, como: garrafas, latas e outros objetos de sucatas, além disso, apreciam muito os brinquedos musicais. Quando cantamos para eles a sua atenção volta para o som que estamos emitindo e em seguida logo vem um sorriso e um gesto.

A música está presente em nossas vidas desde o ventre materno, ela está ligada diretamente ao contato e expressão corporal, ao desenvolvimento e fortalecimento de vínculos afetivos, ao brincar, ao autoconhecimento e à autoestima.
O trabalho com música deve considerar, portanto, que ela é um meio de expressão e forma de conhecimento acessível aos bebês e crianças, inclusive aquelas que apresentem necessidades especiais. A linguagem musical é excelente meio para o desenvolvimento da expressão, do equilíbrio, da autoestima e autoconhecimento, além de poderoso meio de integração social. (BRASIL, 1998, v.3, p. 49)
Nesta faixa etária, os bebês adquirem muitas conquistas: sentar, engatinhar, caminhar, balbuciar, falar as primeiras palavrinhas, tudo isso em um espaço curto de tempo e a música contribui muito neste desenvolvimento. Ela é um excelente instrumento para desenvolver a audição, a fala e a expressão corporal e representa uma fonte rica em estímulos.
Do primeiro ao terceiro ano de vida, os bebês ampliam os modos de expressão musical pelas conquistas vocais e corporais. Podem articular e entonar um maior número de sons, inclusive os da língua materna, reproduzindo letras simples, refrãos, onomatopeias etc., explorando gestos sonoros, como bater palmas, pernas, pés, especialmente depois da conquista da marcha, a capacidade de correr, pular e movimenta-se acompanhando uma música. (BRASIL, 1998, v.3, p. 51)
Assim, justifico a escolha da música como tema de meu projeto, sendo explorada de forma lúdica, prazerosa e divertida. Acredito que através da exploração da linguagem musical, podemos contemplar todas as formas de expressão, integrando diversas áreas do conhecimento, tornando-as mais ricas, além de proporcionar aos bebês vivências e possibilidades muito maiores.

Objetivos

Objetivos de ensino

• Proporcionar atividades lúdicas e prazerosas de aprendizado sobre a linguagem musical, integrando as diversas áreas do conhecimento;

• Compreender os desejos e necessidades dos bebês, propiciando um ambiente tranquilo e aconchegante;

• Propiciar canções musicais variadas;

• Possibilitar o uso de diversos tipos de materiais a fim de desenvolver a criatividade, a

imaginação e a coordenação motora;

• Promover o desenvolvimento de vínculos afetivos;

• Proporcionar atividades prazerosas de narração de histórias, utilizando recursos variados;

Objetivos de aprendizagem

• Descobrir o mundo sonoro à sua volta e valorizá-lo;

• Aprimorar a linguagem oral e a musicalidade;

• Explorar o esquema corporal;

• Ampliar progressivamente a destreza de deslocar-se no espaço (engatinhar, andar, correr, saltar,etc.);

• Familiarizar-se com a imagem do próprio corpo;

• Experimentar situações de interação com a música, canções e movimentos corporais;

• Participar de brincadeiras e jogos cantados e rítmicos;

• Produzir sons com a voz, o corpo e materiais sonoros diversos;

• Utilizar diferentes tipos de sucatas como fonte de produção sonora e musical;

• Escutar obras musicais variadas;

• Participar de atividades que integrem músicas e histórias;

• Desenvolver o gosto por histórias, estimulando a imaginação, o lúdico e o faz-de-conta;

• Manusear diversos portadores de textos (revistas, encartes, livros de papel, de borracha e de pano, etc.);

• Estimular a emissão de sons e balbucios cantando músicas, imitando os personagens das histórias, etc.;

• Desenvolver a percepção visual e auditiva;

• Desenvolver a motricidade fina e ampla;

• Desenvolver a percepção sensorial, experimentando diferentes sensações táteis;

• Ampliar o conhecimento de mundo que possuem, manipulando diferentes objetos e materiais, iniciando o contato com formas diversas de expressão artística;

• Explorar materiais de formas geométricas (materiais de espuma e tapete das formas geométricas);

• Participar de atividades de contato com a natureza.

Procedimentos/ Atividades

• Brincadeiras de roda cantada.

• Músicas cantadas variadas que envolvam: nome dos alunos, gestos, animais, sons, etc.

• CD de músicas de vários ritmos.

• DVD musical.

• Histórias narradas.

• Teatros de fantoches com músicas.

• Passeios pelas dependências da escola: saguão, pátios, horta, etc.

• Atividades com tintas, pincel atômico, giz,etc.

• Manuseio e rasgadura de papéis de diversas texturas.

• Atividades de corpo e movimento, equilíbrio e coordenação.

• Bandinha com sucatas.

• Contato com a natureza e seus elementos.

• Explorar o tapete das formas geométricas .

• Explorar, brincar, subir, descer nos materiais de espuma (formas geométricas e túnel).

Escrita espelhada, o que fazer?

Quando as crianças iniciam a escrever suas primeiras palavras ou números, a sensação dos pais é indescritível. É um processo de autonomia, um ritual de passagem evidenciando uma nova etapa na vida da criança... É uma gracinha ver aquelas mãos tão delicadas iniciando seus traçados...
Ao compor suas primeiras escritas elas mostram-se portadoras de inúmeras experiências, desejos, anseios e dinâmicas particulares de aprendizado. Vygotsky (1998) destaca que a escrita tem significado para as crianças, desperta nelas uma necessidade intrínseca e uma tarefa necessária e relevante para a vida.
Entretanto, na medida em que esta escrita avança é comum que elas evidenciem letras ou números espelhados...algumas já estão lá por volta dos 7 anos e ainda mantém esta característica e por que será que fazem isso?

Em primeiro lugar é importante ressaltar que espelhar letras e números é normal, pois a criança está em processo de construção da escrita. Para que ela tenha o entendimento, que nós adultos temos que a escrita inicia da esquerda para a direita (no caso da cultura ocidental), algumas noções anteriores ao papel devem ser bem trabalhadas. A aquisição da escrita é posterior à aquisição da linguagem e posterior a um nível específico de maturidade motora humana.
Conforme Esteban Levin (2002: 161), o ato da escrita em si, não depende somente do ato biológico, mas de toda uma estrutura que provém do sistema nervoso central,
[...] o que escreve é um sujeito-criança, mas, para fazê-lo, necessita de sua mão, de sua orientação espacial (lateralidade), de um ritmo motor (relaxamento-contração), de sua postura (eixo postural), de sua tonicidade muscular (preensão fina e precisa) e de seu reconhecimento no referido ato (função imaginária).
Conforme manual de neurologia infantil, autoria de Diament (2005), a partir dos 7 anos que a criança começa a consolidar a noção de direita e esquerda, bem como encontra-se em fase de maturação de áreas visoespaciais, portanto é perfeitamente normal ainda apresentar algumas trocas na direção de suas escrita, pois estão em processo de aprendizagem, sistematizando suas hipóteses e consolidando noções importantes em aspectos neurobiológicos, porém, alguns alunos espelham palavras e frases inteiras, característica da disgrafia. No entanto, isso não significa que as crianças que espelham letras e números apresentem disgrafia, mas se no final deste ano, após todas as intervenções pedagógicas terem sido realizadas, visando a “escrita correta” das palavras, faz-se necessário uma avaliação mais detalhada.
Dehaene (2012) nos mostra que a capacidade de reconhecer as figuras simétricas faz parte das competências essenciais do sistema visual, porque permite o reconhecimento dos objetos independentemente da sua orientação, por esse motivo que quando uma criança aprende a ler tem que “desaprender” a generalização em espelho para que possa compreender a diferença entre as letras “b” e “d”. A maioria das crianças passa por uma fase de escrita em espelho tendo geralmente ultrapassada esta dificuldade por volta dos 8 anos. Entretanto, cabe ressaltar que algumas das crianças que apresentam escrita espelhada são canhotas.
A identificação de uma imagem na sua forma simétrica, confusão esquerda-direita, também é frequente, no nosso sistema visual (Dehaene 2007).
No entanto, na sala de aula existem professores que consideram "errado" quando os alunos escrevem palavras ou números espelhados, por isso se faz necessário esclarecer que antes de considerar certo ou errado, faz-se necessário realizar atividades que propiciem a lateralidade. Com certeza, no processo de alfabetização, tanto pais, quanto professores, devem sempre questionar a criança sobre como poderia melhorar aquilo que fez, procurar fazê-la tomar conhecimento do que fez e como o fez, mas também como deveria fazê-lo.
Numa abordagem neurocientífica Guaresi (2009) enfatiza que:
A criança tem que manipular um repertório de habilidades motoras finas e complexas concomitantes com dados sensoriais (conteúdo visual), um processo que envolve muitas funções cerebrais, tais como atenção, memória, percepção (integração e interpretação de dados sensoriais), entre outras. O processo de aprendizagem da escrita envolve, entre outros aspectos, a integração viso-espacial, ou seja, visualizar o que está sendo apresentado, localizar o lápis, acomodá-lo de forma satisfatória na mão, direcioná-lo ao caderno e iniciar a sequência de movimentos numa tentativa de escrita. Com o tempo e o reforço das redes sinápticas correspondentes, este processo será automático, ou seja, não precisará de monitoramento cerebral constante para execução da tarefa e a criança terá condições de aumentar o nível de complexidade.

Existem três domínios principais que precisam ser ensinados para que uma pessoa tenha autonomia no ato de escrever: o domínio linguístico, o domínio gráfico e o de conceitos de letra e texto. A escrita como um sistema organizado manifesta nossa capacidade de simbolizar. É complexo e sua aquisição demanda o domínio das várias dimensões que o compõe, por exemplo, além da segmentação, as crianças precisam adquirir no domínio gráfico, noções de esquerda para a direita, de cima para baixo.
Portanto, a neuropsicopedagogia não lida apenas e diretamente com o problema de aprendizagem, mas com todos os processos metacognitivos que fazem com o ser humano venha a ter melhores condições de aprendizagem. Nesse sentido é importante lembrar que os alfabetos expostos em sala de aula, não deveriam ser em E.V.A, pois na maioria das vezes, apresentam somente a letra script maiúscula, sendo que no mundo letrado, não é somente este tipo de escrita que a criança encontra, muito menos deveriam conter formas de “bichinhos, bonequinhos”, pois isto também acarreta em confusão para aquela que se encontra em processo inicial do traçado das letras. Ela precisa visualizar a estética correta da escrita, e se possível que neste alfabeto seja sinalizado por setas indicando por onde começar esta escrita. A mesma sugestão é válida para o traçado de números. No entanto, antes de sistematizar a escrita “no papel”, diversas outras atividades envolvendo o corpo devem estar bem desenvolvidas, pois tudo que sentimos através do nosso corpo, torna-se mais significativo e é nesse sentido que seguem algumas sugestões de atividades:

Jogo de orientação espacial:
Dependendo da idade da criança, pode-se colocar uma fita no braço, ou perna sinalizando o lado direito (ou esquerdo). Coloca-se no chão algo delimitando o espaço, por exemplo 3 colchonetes. A criança fica posicionada no colchonete do meio, e o professor diz: direita (ele deve passar para o colchonete correspondente), esquerda ou meio. Também, após terem dominado estas noções, pode ser colocado outros 3 colchonetes na frente da criança, sendo que outra participe da atividade, demonstrando que ao se posicionarem uma frente a outra, o ato de pular para a direita de uma, irá mostrar-se diferente do ato de pular para a direita de outra.

Atividades com balão:
Tentar manter o balão no ar, somente batendo nele com a mão direita, após somente com a mão esquerda.

Brincar de Robô:
Uma criança é o robô, e seu parceiro é o guia. Auxiliados pela professora, combinam sinais de movimentação do robô. Por exemplo, se o guia tocar o lado esquerdo da cabeça do robô, esse vira para a esquerda; se tocar o lado direito, vira à direita; se tocar o alto da cabeça, o robô abaixa, e assim por diante. Algum tempo depois, invertem-se os papéis, sendo que o guia vira robô, e o robô vira guia. Depois disso, a brincadeira é feita com deslocamentos. As duplas combinam os sinais de movimentação. Por exemplo, um toque na parte de trás da cabeça é sinal para o robô ir adiante; um toque nos ombros é sinal para que ele pare.

Brincar de espelho:
Inicialmente cada aluno faz as atividades sozinhos, ou seja, a professora diz, mostrar a mão direta, colocar o pé esquerdo ao lado da cadeira, colocar a mão esquerda no olho esquerdo, encostado no cotovelo direito no joelho direito, e ir dizendo várias situações. Mas para brincar de espelho, cada um ficará de frente a um colega e deverá seguir as instruções dadas pela professora, porém localizando no outro.

Que letra é essa?
Nas costas do aluno o professor faz com o dedo uma letra e o mesmo deve dizer qual é.

Caminhar sobre as letras:
No chão, fazer o traçado de letras ou palavras e os alunos devem caminhar sobre as mesmas, seguindo a ordem que o traçado deve ser feito.

Escrita com água:
Os alunos podem molhar o dedo na água e vir ao quadro passar o dedo sobre o traçado das palavras.

Escrita na areia:
No chão, escrever com o dedo, ou palito de picolé, o traçado de palavras.

Modelagem de palavras:
Usando argila ou massa de modelar, escrever palavras modelando letra por letra.

Referência Bibliográfica:
BOSSA, Nádia. Dificuldades de Aprendizagem: o que são e como tratá-las. Porto Alegre: ARTMED, 2000.

DEHAENE, Stanislas. Os Neurônios da Leitura: Como a ciência explica a nossa capacidade de ler. Porto Alegre: Penso, 2012.
DIAMENT, A. CYPEL,S. Neurologia Infantil, 2005, p. 78
GUARESI, Ronei. Etapas da aquisição da escrita e o papel do hipocampo na consolidação de
elementos declarativos complexos. Letrônica, Porto Alegre v.2, n.1, p. 189, jul. 2009.
LEVIN, Esteban. A Infância em Cena. Petrópolis: Ed. Vozes, 2002-
LIMA, Elvira Souza .Coleção Cotidiano na Sala de Aula. Ed Inter Alia, São Paulo

Fonte:neuropsicopedagogianasaladeaula.blogspot.com.br/2013/04/escrita-espelhada-o-que-fazer.html

PROJETO ALIMENTAÇÃO


1- DADOS DE IDENTIFICAÇÃO:

ENSINO FUNDAMENTAL – 1º ANO
“PROFESSORA: 
PERÍODO DE REALIZAÇÃO:

2- TÍTULO: ” ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL: A VERDADEIRA FÓRMULA DO CRESCIMENTO.”

3- JUSTIFICATIVA:
Comer bem para garantir a saúde e a energia não é difícil, basta descobrir como equilibrar os mais diversos tipos de alimentos.
Sendo a alimentação uma necessidade vital e comum a todos os seres humanos faz - se necessário que a escola propicie aos alunos, atividades que contribuam para a conscientização sobre a importância de uma alimentação nutritiva e balanceada.
Sabemos que nos dias de hoje a alimentação das crianças vem sendo muitas vezes baseada em alimentos artificiais, frituras, doces, prejudicando de forma significativa o desenvolvimento sadio do corpo.
Precisamos consumir diariamente, vitaminas, proteínas, carboidratos e outras substâncias alimentares que são encontradas nos alimentos como: leite e laticínios, carne, ovos, peixes, pão, massas, feijão e outros. Muitas crianças não aceitam e não são habituadas a ter esses alimentos no cardápio, por isso neste projeto serão desenvolvidas atividades que envolverão pesquisas, discussão em grupo, confecção de alimentos variados, com o objetivo de fazer com que os alunos reconheçam o valor nutritivo dos alimentos e a importância de consumi-los.
Estarão envolvidos neste projeto, pais, alunos, professores, direção, coordenação e demais funcionários do colégio.

4- OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
- Conscientizar-se sobre a importância de se consumir uma alimentação nutritiva, para o crescimento de um corpo forte e sadio;

- Reconhecer o valor nutritivo dos alimentos;

- Identificar os alimentos que possuem as substâncias alimentares necessárias para o desenvolvimento do corpo;

- Discutir e analisar as consequências para a saúde da ausência se uma alimentação saudável;

- Diferenciar as frutas, os legumes, as verduras, e os cereais;

- Experimentar atividades diferenciadas abrangendo as múltiplas linguagens, envolvendo-se com o pedagógico na sala de aula;

- Classificar os diferentes tipos de alimentos.

5- PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS:
- Montagem do livro da Mel: O bolo de Mel;
- Confecção do bolo de Mel (receita do livro de Linguagem);
- Músicas sobre alimentação;
- Conversação sobre a importância dos alimentos em nossa vida;
- Confecção do mural com frases elaboradas com os pais sobre a importância de uma boa alimentação.
- Desenhar frutas, legumes, verduras e cereais;
- Confecção de sucos naturais, saladas de frutas, sopão de vegetais;
- Elaboração das receitas dos alimentos preparados;
- Quebra – cabeça dos nomes das frutas e legumes utilizados para a confecção dos alimentos.
- Entrevista com a nutricionista e pediatra; registro por meio de desenhos e pequeno texto elaborado em grupo;
- Listagem e ilustração dos alimentos que auxiliam para uma dentição saudável;
- Confecção do mural sobre a classificação dos vegetais;
- Caixa surpresa com diferentes tipos de frutas;
- Desenhar as frutas encontradas na caixa surpresa e montar o nomes delas.
- Construção do gráfico das frutas preferidas;
- Cartaz de um acróstico sobre as frutas;
- Jogo da memória das frutas;
- Conto de histórias relacionadas ao bom hábito alimentar;
- Teatro com dedoches com a participação dos alunos enfatizando a importância de uma alimentação saudável;
- Construção de frases sobre o assunto;
- Preparação da horta para o plantil de verduras e legumes;
- Confecção do mural sobre a origem dos alimentos( animal, mineral e vegetal)

6- RECURSOS:
Serão oportunizados os seguintes materiais: revistas, livros histórias, papéis, cola, tesouras, aparelho de som, cds , fantoches, materiais de cozinha, caixa surpresa, livro de Linguagem.
O micro ônibus será utilizado para a visita ao consultório da pediatra.

7- AVALIAÇÃO:

O cotidiano pedagógico da turma será registrado diariamente de forma reflexiva. Diariamente será feito um relatório de observação da aula, onde constará como foi a participação dos alunos, os progressos alcançados e possíveis impasses encontrados durante os trabalhos. Sendo assim, caso necessário algumas atividades serão reformuladas, garantindo a efetiva participação e aprendizagem dos alunos.

8- BIBLIOGRAFIA:
- Caixa Mágica( linguagem, natureza e sociedade) .

- FAUGERON,Françoise Rastoin. Saúde e bem- estar : a alimentação. São Paulo: Ática, 2004.

Projeto Alimentação Saudável

Brincando com os alimentos

Descrição: O presente projeto tem como objetivo abordar e discutir assuntos relacionados à alimentação saudáveis a partir dos 2 anos de idade, ampliando os conhecimento dos educandos sobre o tema.

Duração: 3 meses. Destinado aos alunos de Educação Infantil.

Justificativa: A fome será, provavelmente, o maior problema político e moral que as ciranças deverão enfrentar como lideres de seus pais no futuro.

No Brasil, a fome é uma questão para ser discutida na escola. E a discussão começa pela situação de vida dos alunos e seus direitos e deveres como cidadãos.

As crianças precisão conhecer a realidade da fome no Brasil e no mundo. Esse papel cabe aos educadores, que devem preparar seus alunos para a construção de uma sociedade mais igualitária, em que as pessoas tenham não apenas o direito, mas as condições necessárias para usufruir de uma alimentação equilibrada qualitativa e quantitativamente.

Objetivos:

• Incentivar aos bons hábitos alimentares;

• Identificar as preferências alimentar dos alunos;

• Concientizar os alunos sobre a importãncia e os motivos pelos quais nos alimentamos;

• Reconhecer os alimentos que faz bem à nossa saúde;

• Identificar cores, textura e os diferentes sabores dos alimentos.

Procedimentos:

1ª aula: Assunto - Frutas

Salada de frutas para degustação

Pintura à dedo

Contagem de frutas, cores, tamanho

2ª aula: Assunto - Verduras

Confecção de carimbos com batata

Explorar com s verduras cores e texturas

3ª aula: Assunto - Legumes

Fazer com os alunos uma sopa utilizando cenoura, chuchu, beterraba, batata

Colagem com papel camurça.

4ª aula: Assunto: Rótulos

Trabalhar com os alunos rótulos de embalagens de alimentos

Utilizar as embalagens trazidas pelos alunos e montar um mural com informações de cada alimento.

5ª aula: Assunto: Hortaliças/ Higiene com os alimentos

Montar uma horta na escola

Junto com os alunos lavar os alimento e mostrar os cuidados que devemos ter com os alimento Lavar antes de comê-los, comer alimentos naturais e saudáveis.

Fazer a degustação de tomate, alface, cenouraAtividades de desenho.

6ª aula: Assuntos - Vitaminas

Explorar com os alunos as frutas que serão utilizadas na vitamina - banana e maçã.

Trabalhar a importância do leite no desenvolvimento da criança.

7ª aula: Alimentos não - saudáveis

Mostrar que alguns alimentos devem ser consumidos com moderação

Confeccionar um mural com esses alimentos e registrar os comentários no blocão

Exemplos de alimentos que devem ser consumidos com moderação: pirulito, chiclete, balas, doces, refrigerantes, entre outros.

8ª aula: Assunto - Derivados do Leite

Trazer para sala queijos, leite e iogurte e explorar a importância desses alimentos

Utilizar embalagens de leite e confeccionar brinquedos com os alunos.

9ª aula: Assuntos - Cereais e Massas

Explicar que alguns alimentos são importantes em nossa dieta, mas que devem ser consumidos uma vez ao dia.

10ª aula: Assunto - Higiene Pessoal

Explicar para os alunos que a higiene pessoal é necessária para se ter uma boa saúde

Trabalhar com os alunos os cuidados que devemos Ter: beber água filtrada, cortar as unhas, lavar sempre as mãos antes das refeições, escovar os dentes após as refeições, praticar esporte.

11ª aula: Assunto - Alimentação Saudável

Apresentação de teatro de fantoches

Mostrar tudo que foi trabalhado pelas professoras durante as aulas.

12ª aula: Assunto - Lanche Gostoso

Os alunos trarão um lanche nutritivo e saboroso para fazer um grande piquenique coletivo

Experiências Interessantes:

Dando continuidade ao projeto "Brincando com os alimentos" foram realizadas várias atividades:

Apresentação teatral, "Sopa de Pedra", enfocando a importância dos alimentos para manter uma vida saudável, na qual os alunos participaram com entusiasmo.

Degustação das frutas, explorando cor, tamanho, espessura e o sentido (paladar). Cada turma desenvolveu as atividades de acordo com nível escolar.

Apresentamos aos alunos diferentes tipos de legumes e verduras. Os quais puderam observar na palestra quais suas funções, vitaminas e nutrientes. Depois, para complementar a atividade, os alunos tiveram a oportunidade de degustar uma gostosa sopa de legumes e verduras.

Fonte: profgege.blogspot.com

Titulo: ALIMENTAR-SE BEM PARA CRESCER COM SAÚDE

Foco - ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL

Problematização- Reconhecer de que forma uma alimentação saudável pode contribuir em nosso crescimento e nossa saúde.

Justificativa:
Ao perceber a maneira que nossos alunos vem se alimentando demonstrando preferência aos alimentos industrializados, guloseimas e refrigerantes além da resistência dos mesmos em aceitar alimentos saudáveis, viu-se a necessidade de voltar nossa atenção para este fato com o intuito de trazer aos alunos envolvidos a compreensão da importância de manter hábitos saudáveis em sua alimentação, transformando a maneira de alimentarem-se, valorizando o que os alimentos oferecem de melhor em benefício a nossa saúde.
E é baseado neste propósito de melhorar a alimentação de nossos alunos que este projeto será realizado, espera-se encontrar as respostas das dúvidas expostas pelo grupo para que o mesmo reformule seus conceitos, aprenda a valorizar as qualidades dos alimentos para poder aproveitar ao máximo o que eles nos oferecem.

Objetivo Geral-

Levar os alunos a identificar e diferenciar os diversos tipos de alimentos e sua importância para a saúde, propiciando assim que estes adquiram bons hábitos alimentares e saibam escolher melhor o que comer, valorizando os alimentos naturais.

Objetivos de Aprendizagem:

Identificar os diversos tipos de alimentos;
Desenvolver o conceito de alimentação e saúde;
Ampliar os conceitos de quantidades, cores e formas;
Estimular a criatividade e imaginação;
Expressar seu conhecimento prévio sobre o tema a ser trabalhado (alimentação).
Participar de atividades com regras de grupo.
Realizar momentos de troca.
Reconhecer os alimentos que devem ser consumidos em maior quantidade.
Identificar a importância de consumir os alimentos indicados na pirâmide alimentar.
Participar do trabalho em grupo.
Despertar a imaginação da criança.
Desenvolver a percepção tátil.
Participar de jogos com regras.
Incentivar o consumo de alimentos saudáveis;
Valorizar o consumo de frutas devido aos benefícios que este alimento apresenta.
Conscientizar da importância na higiene ao manusear alimentos.
Ampliar a coordenação motora;
Desenvolver a noção espacial;
Participar de jogos com regras.

Sujeitos:
Jardim 2 anos – 16 alunos
Os alunos residem na cidade de Navegantes, sendo que a maioria é do próprio bairro onde a escola esta localizada.

Incentivação para o tema:
Ao perceber o quanto nossos alunos vinham se alimentando de alimentos industrializados, dando preferência a estes muitas vezes, vimos que deveríamos buscar alternativas para mudar esta realidade, transformando seus hábitos alimentares, não apenas na escola, mas para que os mesmos possam mudar os hábitos trazidos de casa. Para que este interesse fosse despertado em nossos alunos, faremos uma visita a um sacolão incentivando os alunos a conhecerem melhor os produtos encontrados lá para consumirem com mais frequência.
Hipóteses:
Alimentos saudáveis é macarrão feijão, linguiça e farofa;
São alimentos que deixam à gente forte;
Pode ser salada também;
Bolacha, iogurte e suco;
São alimentos que a gente come pra crescer;
É tudo o que a gente pode comer que é gostoso;

Processos dinâmicos:
• Pesquisas (livros, informações de revistas e internet);
Objetivo: Buscar conhecimentos das diversas fontes que venham fundamentar o aprendizado sobre o tema.
• Uso de vídeos;
Objetivo: Visualizar de forma ampla como os alimentos podem contribuir em nossa saúde;
• Dramatização;
Objetivo: Expressar os conhecimentos adquiridos no decorrer do projeto, divulgando o aprendizado para os demais alunos da escola.
• Aula passeio: Sacolão;
Objetivo: No sacolão pretendemos incentivar os alunos a conhecerem melhor os produtos encontrados lá para consumi-lo com mais freqüência.

• Receitas diversas;
Objetivo: Estimular o consumo de alimentos saudáveis, mostrando o quanto são saborosas e nutritivas para que estes venham substituir alimentos industrializados.

Correlacionamento com as disciplinas:

Natureza e sociedade:
• A importância de termos uma alimentação saudável;
• Alimentos naturais e alimentos industrializados;
• Características de alguns alimentos;
• A diferença entre alimentos saudáveis e alimentos pouco saudáveis;
Valorização de atitudes relacionadas à saúde e ao bem-estar individual e coletivo;
• Os benefícios de uma alimentação saudável;
Os sentidos, tato, olfato, paladar, visão e audição;

Língua portuguesa:
• Ampliação do vocabulário;
• Escrita de palavras com o alfabeto móvel;
• Narração de histórias;
• Discriminação e interpretação de cenas;
• Produção de textos coletivos;
• Criar histórias oralmente a partir de desenhos;
• Associação de figuras e letras;
• Criação de histórias orais;

Matemática:
Números naturais de 0 a 10
Formas geométricas;
Noções matemáticas, muito/ pouco, cheio/ vazio, perto/ longe, em cima/ em baixo;
Movimento:
Motricidade ampla, fina, visomotora, auditiva, visual e tátil;

Formação Religiosa:
• Valorização dos alimentos, agradecendo a Deus por tê-lo, enquanto muitos não os têm;

Música e Artes:
• Participação em jogos e brincadeiras que envolvam a dança ou a improvisação musical;
• Conhecer as diversas produções artísticas: desenhos, pinturas, esculturas, construções, fotografias, colagens, ilustrações, filmes, etc;
• Utilização de material reciclável para confecção de brinquedos e jogos;

Temas Transversais:
Ética: Não desperdiçar os alimentos, pois somos privilegiados em tê-los;
Saúde: Benefícios alimentos para nosso corpo;

Recursos humanos-

Professora
Alunos
Pais

Recursos matérias-

Materiais didáticos em geral;
Câmera fotográfica;
Vídeo;

Metodologia:

Confecção de murais;
Culinária, Receitas;
Confecção de fantoches com materiais recicláveis;
Teatrinho com os fantoches;
Produção de textos coletivos;
Pesquisa com rótulos de alimentos e panfletos de supermercados;
Alinhavos com material reciclável;
Registros em folhas;
Mural informativo;
Jogo da memória com figuras de alimentos;
Vivência de experiências;
Aulas passeios;

Atividades:
Histórias cantadas e dramatizadas;
Músicas;
Pesquisas;
Trabalhos com rótulos;
Ginástica historiada;
Desfile com máscaras de frutas e legumes;
Dominó;
Cores e formas;
Salada de fruta (quantidade, formas, cores.)
Aula passeio
Desenho mágico;
Receitas;
Confecção de frutas com massinha;
Painéis;
Trabalhos com sucatas.

Projeto “Alimentação Saudável”

Disciplinas: Língua Portuguesa, Ciências (meio ambiente/saúde)

Público-alvo: 2º ano do Ciclo I do Ensino Fundamental.

Duração:

Apresentação: As crianças e os adolescentes, por ficarem em contato com alimentos menos nutritivos o tempo todo e em todo o lugar, precisam aprender a optar pelo melhor, e não transformarem esse tipo de alimento em sua principal refeição do dia.

No estilo de vida atual, faz-se necessária uma ação educativa para despertar nas crianças e adolescentes o prazer de se alimentarem e a consciência dos benefícios que uma alimentação saudável pode lhes proporcionar, com um completo bem-estar físico, psíquico e social.

A culinária parece ser uma arte ingrata, pois a obra pronta é rapidamente consumida; no entanto, fica o prazer da degustação, a lembrança desse momento e a necessidade de registrar o processo de elaboração para que possa ser repetido (daí a importância de anotar as receitas).

Justificativa: Percebemos nos alunos da turma do 2º ano do Ciclo I (manhã), especialmente por estarem fora do ambiente familiar, a resistência em experimentarem determinados alimentos. Portanto pensamos no Projeto Alimentação objetivando conscientizar as crianças quanto à importância de nutrirem-se bem, utilizando frutas, verduras, cereais, etc. para propiciar um desenvolvimento saudável, visando atingir não apenas os alunos, mas também os pais, professores, funcionários e a direção da escola.
Relembrando que a alimentação escolar deve ser saudável, completa, variada e agradável, observando os seguintes tópicos:
Equilíbrio entre os nutrientes e sabores;
Moderação no consumo de açúcares e gorduras (principalmente a saturada) e o sal;
Variedade, pois uma alimentação balanceada não deve ser fundamentada em proibições, devendo, antes, prevalecer o bom senso.

O trabalho com receitas também é interessante do ponto de vista da aprendizagem da leitura e da escrita, especialmente no primeiro ciclo. Trata-se de um tipo de texto conhecido. Parte das crianças já deve ter visto um livro de receitas ou ouvido alguém dando receitas à outra pessoa, ou até visto na TV algum programa de culinária. Isso facilita o trabalho pois a intenção comunicativa da receita – que é explicar como fazer - , já é conhecida.
As receitas também oferecem uma estrutura bem definida que inclui uma lista (de ingredientes), números (para definir quantidades), frases curtas e descrição de ações sequenciadas (no modo de fazer) o que facilita a antecipação e inferência na leitura. Aos poucos, algumas palavras podem ser definidas pelos alunos como ingredientes, modo de fazer, açúcar, sal, farinha etc.
Faz-se necessário escolher receitas que ofereçam o maior apoio possível ao aluno: receitas com ilustrações, com diagramações destacadas e títulos para fornecer indícios que ajudem o aluno a se localizar no texto que lê e estruturar o texto que escreve.

Objetivos: 1. Identificar os diferentes tipos de alimentos e destacar sua importância para a saúde,
2. Conhecer a pirâmide alimentar,
3. Conhecer e fazer uso da estrutura e das características do gênero receita,
4. Ter a oportunidade de degustar sabores diferentes,
5. Estimular o bom hábito alimentar ( horário regular, mastigar devagar, alimento saudável,...)

Etapas: A boa nutrição é importante para a saúde. A escolha do alimento certo possibilita a prevenção de doenças. Assim, durante o projeto serão realizadas várias atividades, tais como:
Discussão com o grupo sobre os alimentos mais importantes para a nossa saúde;
Registro das diferenças entre uma alimentação saudável e o consumo de guloseimas;
Jogos, desenhos e modelagens dos alimentos saudáveis e das guloseimas preferidas;
Montagem coletiva da Pirâmide dos alimentos
Dentro das ações, também implantaremos o “Lanche Saudável” a ser oferecido para as crianças na hora do recreio, todas as últimas sextas-feiras de cada mês.
Palestra com nutricionista da prefeitura
Passeio ao Pão de açúcar Kids
Leituras de receitas
Resgate de receitas de família
Ter contato com livros de receitas
Registro e confecção de receitas como:
sucos naturais da fruta, mate, guaraná natural, bebidas lácteas, água de coco e água mineral;
salgados de forno, com recheios mais saudáveis, e salgados integrais;
cereais integrais, barras de cereais, salada de frutas e frutas da época.
será implantado o Lanche Saudável a ser oferecido para as crianças na hora do recreio, todas as últimas sextas-feiras de cada mês.

Conclusão: Fortalecendo essas intervenções, na hora do lanche, no refeitório, será servido um cardápio balanceado, variado, nutritivo, saboroso, criativo e adaptado às últimas sextas-feiras de cada mês.
As crianças serão orientadas pelas professoras para que provem os alimentos que foram feitos, sendo assim estimuladas a comer com prazer, descontração e bons hábitos alimentares.

Produto final:
Livro de receitas confeccionado pelos alunos.

Avaliação:
Será através de observação da professora no decorrer do projeto e também através dos registros individuais e coletivos dos alunos envolvido.

Bibliografia:
LIVROS
Coleção Nutrição da Nestlé
Receitas nojentas e ideias bolorentas
Receitas da Brink Book

SITES
www.pakids.com.br
www.nestle.com.br

VIDEOS
Castelo Ratimbum

Educação Alimentar
Tema: Frutas
Temo previsto: Dois meses (3 e 5 feiras)
Turma: Maternal (2 e 3 anos)

Objetivos:

•Incentivar os bons hábitos alimentares;
•Identificar as preferências alimentar dos alunos;
•Conscientizar os alunos sobre a importância e os motivos pelos quais nos alimentamos;
•Reconhecer os alimentos que faz bem à nossa saúde dando ênfase as frutas;
•Identificar cores, textura e os diferentes sabores das frutas.

Atividades:

•Experimentar todas as frutas separadamente
•Confeccionar cartazes e registros
•Trabalhar com as frutas de plástico
•Brincar com teatrode varas das frutas
•Fazer receitas com as frutas (Vitamina de banana, Suco de laranja, Bolo de casca de maçã, Musse de maracujá, Danone de morango, Sacolé de uva e Espetinho de fruta com chocolate)
•Pintura à dedo
•Classificação das frutas quanto a cores e tamanho

Culminância: Confecção de um livro gigante com registro de todas as atividades realizadas durante o projeto. Anexar fotos, registros de fala, desenhos, colagens, receitas e pesquisas.

Créditos: Projetos de Educação Infantil

domingo, 30 de março de 2014

ALGUMAS DICAS PARA O PROFESSOR LIDAR COM HIPERATIVOS


- Evite colocar alunos nos cantos da sala, onde a reverberação do som é maior. Eles devem ficar nas primeiras carteiras das fileiras do centro da classe, e de costas para ela;
- Faça com que a rotina na classe seja clara e previsível, crianças com TDAH têm dificuldade de se ajustar a mudanças de rotina;
- Afaste-as de portas e janelas para evitar que se distraiam com outros estímulos;
- Deixe-as perto de fontes de luz para que possam enxergar bem;
- Não fale de costas, mantenha sempre o contato visual;
- Intercale atividades de alto e baixo interesse durante o dia, em vez de concentrar o mesmo tipo de tarefa em um só período;
- Repita ordens e instruções; faça frases curtas e peça ao aluno para repeti-las, certificando- se de que ele entendeu;
- Procure dar supervisão adicional aproveitando intervalo entre aulas ou durante tarefas longas e reuniões;
- Permita movimento na sala de aula. Peça à criança para buscar materiais, apagar o quadro, recolher trabalhos. Assim ela pode sair da sala quando estiver mais agitada e recuperar o auto-controle;
- Esteja sempre em contato com os pais: anote no caderno do aluno as tarefas escolares, mande bilhetes diários ou semanais e peça aos responsáveis que leiam as anotações;
- O aluno deve ter reforços positivos quando for bem sucedido. Isso ajuda a elevar sua auto-estima. Procure elogiar ou inc entivar o que aquele aluno tem de bom e valioso;
- Crianças hiperativas produzem melhor em salas de aula pequenas. Um professor para cada oito alunos é indicado;
- Coloque a criança perto de colegas que não o provoquem, perto da mesa do professor na parte de fora do grupo;
- Proporcione um ambiente acolhedor, demonstrando calor e contato físico de maneira equilibrada e, se possível, fazer os colegas também terem a mesma atitude;
- Nunca provoque constrangimento ou menospreze o aluno;
- Proporcione trabalho de aprendizagem em grupos pequenos e favoreça oportunidades sociais. Grande parte das crianças com TDAH consegue melhores resultados acadêmicos, comportamentais e sociais quando no meio de grupos pequenos;
- Adapte suas expectativas quanto à criança, levando em consideração às deficiências e inabilidades decorrentes do TDAH. Por exemplo: se o aluno tem um tempo de atenção muito curto, não espere que se concentre em apenas uma tarefa durante todo o período da aula;
- Proporcione exercícios de consciência e treinamento dos hábitos sociais da comunidade. Avaliação freqüente sobre o impacto do comportamento da criança sobre ela mesma e sobre os outros ajuda bastante.
- Coloque limites claros e objetivos; tenha uma atitude disciplinar equilibrada e proporcione avaliação freqüente, com sugestões concretas e que ajudem a desenvolver um comportamento adequado;
- Desenvolva um repertório de atividades físicas para a turma toda, como exercícios de alongamento ou isométricos;
- Repare se a criança se isola durante situações recreativas barulhentas. . Isso pode ser um sinal de dificuldades: de coordenação ou audição, que exigem uma intervenção adicional.
- Des envolva métodos variados utilizando apelos sensoriais diferentes (som, visão, tato) para ser bem sucedido ao ensinar uma criança com TDAH. No entanto, quando as novas experiências envolvem uma miríade de sensações (sons múltiplos, movimentos, emoções ou cores), esse aluno provavelmente precisará de tempo extra para completar sua tarefa.
- Não seja mártir! Reconheça os limites da sua tolerância e modifique o programa da criança com TDAH até o ponto de se sentir confortável. O fato de fazer mais do que realmente quer fazer traz ressentimento e frustração.
- Permaneça em comunicação constante com o psicólogo ou orientador da escola. Ele é a melhor ligação entre a escola, os pais e o médico. Esta lista também serve para projetar uma sala de aula para uma criança hiperativa.
- O professor sabe sobre hiperatividade em crianças e está disposto a reconhecer que este problema tem um impacto significativo sobre as crianças da classe.
- O professor parece entender a diferença entre problemas resultantes de incompetência e problemas resultantes de desobediência.
- O professor não emprega como primeira ação o reforço negativo ou a punição como meios para lidar com problemas e para motivar na sala de aula.
- A sala de aula é organizada.
-Existe um conjunto claro e consistente de regras na classe. Exige-se que todos alunos aprendam as regras.
- As regras da sala de aula estão num cartaz colocado na sala para que todos vejam.
- Existe uma rotina consistente e previsível na sala de aula.- O professor exige e segue estritamente as exigências específicas referentes a comportamento e produtividade.- O trabalho escolar fornecido é compatível com o nível de capacidade da criança.
-O professor está mais interessado no processo (compreensão de um conceito) que no produto (conclusão de 50 problemas de subtração).
- disposição da sala de aula é definida, com carteiras separadas colocadas em fileiras.
-O professor distribui pequenas recompensas sociais e materiais relevantes e frequentes.
- O professor da classe é capaz de usar um programa modificado de custo resposta.
- O professor emprega punições leves acompanhadas de instruções para retornar ao trabalho quando a criança hiperativa interrompe o trabalho dos outras.
- O professor ignora o devaneio ou a desatenção em relação a lição que não perturbe as outras crianças e, então, uma atenção diferenciada quando ela volta ao trabalho. - A menor razão aluno para professor possível (preferencialmente, um professor para oito alunos. -O professor está disposto a alternar atividades de alto e baixo interesse durante todo o dia em lugar de fazer com que o aluno faça todo o trabalho de manhã com tarefas repetitivas uma após a outra. -O professor está disposto a oferecer supervisão adicional durante o período de transição entre aulas, intervalos e durante outras atividades longas como reuniões. -O professor é capaz de antecipar os problemas e fazer planejamentos de antemão para evitar problemas; - O professor está disposto a auxiliar a criança hiperativa a aprender, praticar e manter aptidões organizacionais. - O professor está disposto a aceitar a responsabilidade de verificar se a criança hiperativa aprende e usa um sistema eficaz para manter-se em dia com o dever de casa, e conferir se ela quando sai do prédio da escola, todos os dias, leva esse dever para casa. -O professor aceita a responsabilidade de comunicar continuamente com os pais. Para alunos o curso elementar, um bilhete diário e enviado para casa. Para estudantes das últimas séries do 1º e 2º grau, usam-se notas de progresso semanal. - O professor fornece instruções curtas diretamente à criança hiperativa e em nível que ela possa entender. -O professor é capaz de manter um controle eficaz sobre toda a classe, bem como sobre a criança hiperativa. -Preferencialmente a classe é fechada (quatro paredes) nunca em ambiente aberto. -O professor está disposto a desenvolver um sistema no qual as instruções são repetidas e oferecidas de várias maneiras.- O professor está disposto a oferecer pistas para ajudar a criança hiperativa a voltar para o trabalho e a evitar que ela fique super excitada.
-O professor está disposto a permitir movimentos na sala de aula.
-O professor prepara todos os alunos para mudanças na rotina. -O professor entende como e quando variar seu método.
-O professor é capaz de fazer um rodízio e uma alternância de estímulos e reconhece que aquilo pode ser recompensador para um aluno, pode não ser para outro. -Todos os estudantes aprendem um modelo lógico de resolução de problemas para lidar com problemas na sala de aula e entre eles mesmos (por exemplo: parar, ver, ouvir). - Um sistema de treinamento em atenção ou auto monitoramento é usado em sala de aula.- O professor parece capaz de encontrar algo positivo, bom e valioso em toda criança. Este professor valoriza as crianças por aquilo que são, não por aquilo que conseguem produzir.

Criança hiperativa
Desde pequeno já é inquieto. Em casa, corre daqui para lá o dia todo, sem que nada o detenha, nem sequer o perigo. Tira brinquedos de seu lugar, esparrama todos eles pelo chão e, quase sem usá-los, pega outros e outros. Interrompe permanentemente os adultos e as outras crianças, respondendo impulsivamente e de forma exagerada àqueles que o aborrecem. Seus companheiros de escola o evitam, mesmo assim ele sempre termina chamando-os para pedir ajuda nas lições que não consegue copiar a tempo.
Os sintomas acima mostram a vida de uma criança que apresenta um dos transtornos mentais mais frequentes nas crianças em idade escolar, a Hiperatividade, ou Transtornos de Déficit de Atenção por Hiperatividade (TDAH), como é chamada pelos especialistas.
Ainda é comum encontrar entre leigos, a noção de que a criança hiperativa seja apenas malcriada, ou mal educada pelos pais. Por isso, é importante que os pais prestem muita atenção nas atitudes e comportamentos dos filhos, seja dentro de casa, na rua ou na escola.
A diferença entre uma criança que tenha hiperatividade de outra mal educada é que a segunda não apresenta alguns distúrbios como perda relativa de visão ou audição, problemas de comunicação, estresse emocional, convulsões e distúrbios do sono, que são mais comuns na primeira, além do mau humor constante.
O verdadeiro comportamento hiperativo interfere na vida familiar, escolar e social da criança. As crianças hiperativas têm dificuldade em prestar atenção e aprender. Como são incapazes de filtrar estímulos, são facilmente distraídas e tendem a ser muito agarradas às pessoas, necessitando de muita atenção.
É importante para os pais perceberem que as crianças hiperativas entendem as regras, instruções e expectativas sociais. O problema é que elas têm dificuldade em obedecê-las. Esses comportamentos são acidentais e não propositais. Por isso, não culpe o seu filho por ele ser assim, isso só será pior para ele!
Para garantir que a criança realmente hiperativa seja tratada adequadamente, e evitar o tratamento inadequado de uma criança normalmente ativa ou malcriada, é importante que seu filho receba um diagnóstico preciso.
Esteja preparado para descrever, de forma precisa e objetiva, o comportamento do seu filho em casa e nas atividades sociais. Se seu filho está encontrando dificuldade na escola, peça ao professor que converse com o médico ou envie-lhe um relatório por escrito.
Ao tratar da criança hiperativa, sua meta é ajudá-la a fazer o melhor possível, em casa, na escola, e com os amigos. Lembre-se sempre de que seu filho está lutando com todas as forças para superar uma deficiência do sistema nervoso. Explique, se preciso for, mas não se sinta envergonhado ou culpado quando seu filho não se comportar bem.
Rafaela Rosas

Saiba mais:

http://salamultiespecialdaandrea.blogspot.com.br/2013/03/a-crianca-hiperativa.html

http://www.psicologosp.com/2013/10/como-lidar-com-uma-crianca-hiperativa.html

http://www.dda-deficitdeatencao.com.br/hiperatividade/

http://educarparacrescer.abril.com.br/comportamento/materias_295427.shtml

http://www.minhavida.com.br/saude/temas/hiperatividade

http://psicoinfantil.net/como-identificar-uma-crianca-hiperativa/

http://drauziovarella.com.br/crianca-2/deficit-de-atencao-e-hiperatividade-tdah/

Inspiração do olhar e partilha: By Além da Alfabetização